Nova diretoria da Escola Judicial toma posse e destaca atuação ‘interinstitucional’

O novo diretor da Escola Judicial da 5ª Região, Jéferson Muricy, afirmou na tarde desta quarta-feira (6), durante a cerimônia de posse, que buscará a atuação interinstitucional durante os dois anos em que comandará a Escola Judicial da 5ª Região. Além da integração entre as instituições, essa medida será adotada, segundo ele, visando adequação à disponibilidade orçamentária. “Queremos continuar o trabalho que a Escola vem fazendo, que é muito bem feito. Essa talvez seja uma de nossas grandes responsabilidades e não teremos a mesma disponibilidade orçamentária ano que vem para fazer isso. Mas com inovação, criatividade, união, sinergia, nos unindo a outras instituições que também fazem parte da comunidade jurídica podemos conseguir”.

E no planejamento da nova diretoria já está previsto um evento com esse formato. “Temos a expectativa de, no segundo semestre de 2020, fazer um grande evento envolvendo a Escola, a advocacia, o Ministério Público, um evento aqui na Bahia, de porte internacional, com repercussão nacional”, revelou Muricy.

Também tomou posse o novo vice-diretor da Ejud5, desembargador Edilton Meireles. De acordo com ele, uma das prioridades da nova gestão é o uso de tecnologias para universalizar o conteúdo e ampliar as oportunidades de acesso aos eventos, principalmente pelos servidores e magistrados lotados no interior do estado. “Estamos analisando o uso de novas tecnologias para nos auxiliar, como WhatsApp e mídias sociais que estão sendo utilizadas também para fins educacionais. Além disso, queremos oferecer mais cursos a distância”, declarou.

Os novos dirigentes da Ejud5 foram eleitos para o biênio 2019-2021 pelos desembargadores do Regional no dia 2 de setembro deste ano. Eles vão suceder a administração que teve como diretora a desembargadora Margareth Costa.

Apoio da Presidência

A presidente do TRT5, empossada na última terça-feira (5), desembargadora Dalila Andrade, ressaltou que “a parceria entre a Presidência e a Escola Judicial vai ser intensa, porque trabalhar e conviver em harmonia com todos os órgãos do Tribunal é imprescindível para se alcançar a eficiência”.

De acordo com a magistrada, para facilitar o auxílio no serviço prestado pela Ejud5, serão desenvolvidas ferramentas de controle de todos os projetos que tramitarão na Escola Judicial. Andrade disse ainda que outra intenção é “agregar de modo absoluto para que haja diálogo permanente”. Para ela, os cursos oferecidos pelas Escola devem se voltar principalmente para o “aperfeiçoamento da atividade-fim, que é nossa missão principal, prestar jurisdição e pacificar as relações sociais e de trabalho”.

Por fim, a nova presidente disse que “todos nós estaremos juntos para a construção de uma Escola Judicial que continue a engradecer o Tribunal da 5ª Região. Podem contar com a Presidência para essa missão nesses próximos dois anos”.

Programação

Segundo o novo diretor da Ejud5, já há “uma longa agenda para novembro e dezembro. Temos programados alguns cursos voltados, por exemplo, para a lei de abuso de autoridade, lei de liberdade econômica e terceirização”. Muricy disse ainda que outro desafio da gestão é programar o cronograma do próximo ano com antecedência. “Vamos divulgar a nossa agenda para esse ano e programar o trabalho para 2020, é um desafio já lançarmos agora esse cronograma, mas vamos divulgar pelo menos as atividades principais”.

Composição

Questionado, o novo diretor da Ejud5 adiantou alguns nomes que já estão confirmados no Conselho da unidade, são eles: a desembargadora Ana Paola e os juízes Murilo Sampaio e Alice Pires. “Estamos esperando outras confirmações até o final desta semana. Queremos formar um Conselho que ajude efetivamente não só a pensar a Escola, seus rumos, mas que também divida as tarefas e se comprometa efetivamente com o trabalho”, finalizou.

Além dos conselheiros, compõe a nova gestão a juíza Andrea Presas e o juiz Guilherme Ludwig, nos cargos de coordenadora e vice-coordenador, respectivamente.

 

(Ejud5) 6 nov 2019